Aniversário da banda filarmónica da Ponta do Sol

bd2008A Banda Filarmónica da Ponta do Sol comemorou o seu 127.º aniversário,  no dia 1 de Dezembro de 2008.

A actividade filarmónica na Ponta do Sol surgiu no primeiro de Dezembro de 1882, com o apoio da família  Wilbrahan.

Primeiramente, a Banda chamou-se Filarmónica da Restauração, depois Filarmónica Príncipe d’Ordenburg, designação (Príncipe d’Ordenburg) que prevaleceu até Fevereiro de 1944, altura em que foram elaborados os novos estatutos para esta colectividade, e desde então a Filarmónica pontassolense passou a ser designada como Banda Municipal da Ponta do Sol.

No entanto, nos anos 50 a Banda foi de certa forma desactivada devido à falta de executantes em consequência da forte emigração e dificuldades financeiras verificadas neste período.

É na década de 80, mais precisamente, 1984, que a Banda Municipal da Ponta do Sol é reactivada, continuando até aos nossos dias ininterruptamente.

Na década de 90, a Banda Municipal da Ponta do Sol tem um dos momentos mais altos do seu historial, a digressão a Curaçau, Aruba e Venezuela, sendo muito acarinhada pelas comunidades lusas lá existentes, e louvada pelas autoridades presentes.

Recentemente destaque-se o Festival de Música Filarmónica da Ponta do Sol organizado por esta colectividade e as digressões realizadas a Abrantes em 2002, Taveiro em 2004 e ao Arquipélago dos Açores em 2006.

Actualmente a Banda conta com 30 elementos formados na escola de música desta colectividade, no entanto, conta frequentemente com alguns colaboradores amigos desta instituição.

Contudo, no próximo dia 21 de Dezembro, no palco do Auditório do Centro Cultural John dos Passos, haverá um grande espectáculo, que marcará a estreia dos cinco agrupamentos afectos à Banda Municipal da Ponta do Sol. Para além da centenária filarmónica, existem agora os grupos: Ensemble de Clarinetes, Ensemble de Saxofones, Quinteto de metais, Dixie 7 e “Banda B”.

Élio Jardim dirige mais de 3 dezenas de músicos, com a particularidade de não integrar somente elementos da Ponta do Sol, mas também da Calheta e Ribeira Brava.

Além da renovação, assiste-se também ao seu crescimento. Só no último ano quase duplicaram o número de elementos, salienta o responsável artístico, enaltece que “não é só a quantidade”, regozija-se.

Fonte: DN e Sitesgoogle

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