Verão 2008 – Ponta do Sol: uma alternativa “barata”

“A praia da Ponta do Sol é uma das 15 praias da Região premiadas pela Associação Bandeira Azul da Europa.

Após as obras de requalificação de que foi alvo, com a construção de um molhe, estará capaz de assumir-se este ano como uma das boas propostas de praia na Madeira.

Situada entre duas das principais escolhas dos banhistas da costa Oeste – Calheta e Ribeira Brava -, a praia da Ponta do Sol poderá ser a escolha mais calma e mais tranquila relativamente aos concelhos vizinhos. Tanto assim é, que a autarquia disponibiliza como forma de reflexão e lazer a “Biblioteca de Verão”, uma agradável novidade no roteiro do banhista.

O facto de não haver entrada paga e de o estacionamento ser gratuito aos domingos e feriados é outra das vantagens para estar na preferência do veraneante.

Na área balnear, o acesso ao mar faz-se pelo calhau, tendo os responsáveis autárquicos colocado estrados para evitar mazelas. A área de solário divide-se entre a pedra rolada e as várias plataformas ali construídas. O recinto dispõe de nadador-salvador, WCs, balneários e chuveiros e, ainda, uma área de lazer com campo de jogos. Uma esplanada/restaurante complementa os serviços ao público e nas imediações existem ainda alguns bons restaurantes.

De castigo, mas na praia

A contrastar com o dia de intenso sol que marcou o início de Julho, na manhã de ontem, o tempo encoberto predominou. Mesmo assim, nada que afastasse os banhistas mais ‘devotos’ de uma ida à praia. De castigo, mas nem por isso deixou de ir ao calhau, encontrámos a Beatriz Conduto. A menina, de 7 anos de idade, estudante residente no concelho, já em gozo de férias, aproveitou para visitar o grupo de amigos, mas uma ida à água, disse, “fica para uma próxima oportunidade”.

O hábito de Beatriz é imitado por Sara Gomes, uma jovem adulta que aponta “o sossego e a qualidade do espaço” como factores da sua preferência por aquele espaço balnear.

Gosta naturalmente de fazer praia noutros locais, mas salienta “a segurança e as condições da água” como determinantes para “ir a banhos”. Ainda assim, advertiu que “deveria haver mais plataformas de madeira para as pessoas estenderem a toalha”. É que o calhau não é confortável”.
DN, 04/08/08

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