“Estradas da Madeira” faz avaliação da situação

A empresa Estradas da Madeira, S.A, já está no terreno a avaliar a situação, para só depois dar início à intervenção no sentido da consolidação da escarpa e da reabertura da estrada.

Logo pela manhã, esta entidade enviou para o local técnicos para proceder a esta análise. À tarde, a Secretaria Regional do Equipamento Social, em comunicado, adiantava que a Estradas da Madeira, S.A «encetou de imediato as diligências necessárias ao levantamento da situação, com vista à reabertura da estrada regional, logo que reunidas as necessárias condições de segurança».

Entretanto, em declarações à RDP, o presidente da Estradas da Madeira afirmou que estão a decorrer os «trabalhos de reconhecimento da situação», a qual continua ainda a oferecer perigo, tendo em conta que «o maciço ainda está instabilizado».

Como tal, José Manuel Ferreira referiu que «a estrada vai se manter fechada até haver uma caracterização global de como é que vamos resolver este problema» e acrescentou que «dada a proximidade da moradia, temos de encontrar uma solução técnica que não traga mais estragos».

Casa atingida foi evacuada devido ao perigo

Apesar de a derrocada apenas ter atingido a entrada e os jardins da casa, a mesma foi ontem evacuada, pelo facto de haver perigo de novos deslizamentos de pedras.
É que, além das inúmeras fissuras, existem ainda muitas pedras praticamente soltas, na iminência de cair.
Como tal, os três residentes, um casal e um(a) filho(a), que não ganharam para o susto quando, de madrugada, ouviram a escarpa vir abaixo, não deverão voltar a pernoitar na habitação enquanto o perigo não tiver passado.
Ao que o JM conseguiu apurar, o próprio proprietário encontrou um local para a família ficar.

Ex-presidente da Câmara foi ver a derrocada

O impacto da derrocada atraiu à Lombada da Ponta do Sol muitos curiosos. Um deles, ainda que apenas por breves instantes, foi o ex-presidente da Câmara Municipal da Ponta do Sol, António Lobo.
Os vários curiosos, grande parte deles moradores, apontavam as possíveis causas para o acidente e as soluções que devem ser encontradas para a sua resolução. Alguns adiantaram que há que fazer uma muralha de suporte, à semelhança do que aconteceu com a fenda do Massapez, na Calheta.
JM 19/06/08

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