A. D. Pontassolense 1- 0 Espinho

dn0401100901.jpgApelo à motivação

Numa altura em que se faz um apelo às equipas à motivação dos jogadores para os jogos não serem um mero cumprimento de calendário, numa fase em que pouco há para conquistar, garantida que foi a manutenção, Pontassolense e Espinho proporcionaram um jogo com poucos motivos de interesse. Por culpa dessa tal (eventual) falta de motivação? Não terá sido por aí, pois os jogadores aplicaram-se, procuram atingir, cada qual, a vitória, mas o futebol praticado, quase sempre, não atingiu um quilate que agradasse à vista.

Contudo, o início da partida prometeu muito, com o Pontassolense a entrar a todo o gás, marcando mesmo o que seria o único golo do jogo, com uma forte cabeçada de Gleibson, na sequência dum canto. No entanto, essa euforia durou pouco tempo e as coisas amoleceram, se bem que fosse a equipa da casa a mandar no jogo e a criar as situações de golo suficientes para resolver a questão, valendo então a actuação de Marcelo Galvão. A segunda parte foi desinteressante, com o Espinho a tentar dar a volta ante agora um Pontassolense mais retraído e apostando no contra-ataque.

Treinadores com opiniões diferentes

Jorge Paixão (Treinador do Pontassolense) – “Penso que foi um bom jogo entre duas boas equipas, com uma vitória justa do Pontassolense, pois foi quem, ao longo do jogo, criou mais e melhores oportunidades. O nosso objectivo é jogo a jogo”.

Pedro Barny (Treinador do Espinho) – “Podia arranjar muitas desculpas, desde o campo ao clima, mas houve muitas coisas más para justificar esta derrota. O árbitro permitiu tudo ao Pontassolense”.

Anúncios

%d bloggers like this: